
Em época de campanhas eleitorais, volta com força o assunto Redes Sociais. Todos os candidatos majoritários estão lá, seja em níveis estaduais ou mesmo federal. Blogs, Twitters, Flickrs, Orkuts, Facebooks, Canais no Youtube e redes Nings são as ferramentas preferidas.Alguns utilizam com boas estratégias, usando a linguagem de cada ferramenta. Outros, nem tanto.
Não é de hoje que as redes sociais são apontadas como uma tendência complementar para ações empresariais. Na verdade, uma tendência que se transforma cada vez mais em realidade. O consumidor, ou eleitor, já está lá como prova o Instituto Nielsen, que revelou que 86% dos usuários de internet utilizam as redes sociais.
Hoje em dia, ter um perfil no Twitter, Facebook ou Linkedin já deixou de ser um passatempo. A coisa ficou séria, profissional. Marcas famosas, e outras nem tanto, estão experimentando este relacionamento virtual. As redes sociais aproximam as marcas de seus consumidores, os candidatos de seus eleitores. As redes sociais humanizam a empresa, e deixam os candidatos com jeito e sentimento de pessoas como a gente.
São vias de mão dupla. Se por um lado as pessoas podem falar, opinar, sugerir ou queimar o filme de alguma marca ou candidato, por outro lado estes podem usar as redes sociais como um grande observatório da realidade.As redes assumem a função de ferramentas de consultoria, afinal trazem para a empresa/candidato a opinião sincera das pessoas. E nada melhor do que ouvir o nosso cliente.
As pessoas estão ávidas por relacionamento transparentes, querem opinar, querem e ser ouvidas. Elas querem compartilhar sentimentos e experiências. E as redes sociais entram nessa como uma luva. One-to-one. Cara a cara. Fala que eu te escuto!
Mas a grande questão é: antes de qualquer ação é preciso definir o objetivo. Afinal, o quê se busca? O quê se quer? Qual o resultado pretendido? Pois é, não basta fazer. Tem que planejar. Simples assim.
